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 Para aqueles que ainda nao conhecem Balneario Camboriu

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Eduardo Schmitt
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MensagemAssunto: Para aqueles que ainda nao conhecem Balneario Camboriu   Qua Ago 12, 2009 1:05 pm

Fonte:
Globo.com
http://revistapegn.globo.com/Revista/Common/0,,EMI81802-17166,00-BALNEARIO+CAMBORIU+VAI+ALEM+DO+VERAO.html

Obs: Gabriela que esta na foto foi aluna da Univali e estudou comigo.



As melhores cidades, entre 50.000 e 100.00 habitantes, para você abrir o seu negócio
Por Adriana Fonseca e Kátia Simões

Balneário Camboriú vai além do verão



Foto: Omar Paixão
Julio Cesar Moro, dono do restaurante Chaplin: a filha Gabriela ajudou a profissionalizar o negócio

Há 22 anos vivendo em Balneário Camboriú, litoral de Santa Catarina, o empresário Julio Cesar Moro, 47 anos, não troca a cidade por nada. “Só de olhar esse visual já me sinto bem”, diz ele, ao ver o mar da urbanizada e bem cuidada orla. Nativo da pequena Luzerna, no oeste catarinense, ele saiu de seu município natal com 21 anos, após três tentativas frustradas de tocar um negócio. Foi parar em Blumenau para trabalhar como representante de uma fábrica de papel, mas logo se mudou para Balneário Camboriú com a proposta de ser sócio de um primo num restaurante. A sociedade durou pouco. Em 1992, Moro pegou um empréstimo, juntou com as economias que tinha e abriu o restaurante Chaplin, na avenida beira-mar. Começou pequeno e, com a ajuda da mulher, Sila, foi expandindo pouco a pouco. Hoje, conta também com a ajuda da filha Gabriela, formada em administração e gastronomia. Além do restaurante, Moro e Sila são donos de um bar e de dois postos de gasolina, todos com o nome Chaplin. Juntos, os quatro empreendimentos geram 100 empregos diretos, número que sobe 10% na alta temporada, e somam um faturamento anual superior a R$ 10 milhões.

Tanto tempo em Balneário Camboriú permitiu que Moro acompanhasse o desenvolvimento da cidade. “Quando me mudei para cá, Balneário Camboriú era apenas uma praia. Hoje é uma cidade com toda a infra-estrutura necessária”, diz o empresário. Mas tudo sem perder o charme de uma cidade pequena, que permite até ir a pé de casa para o trabalho. “Enquanto o pessoal gasta 45 minutos de carro para chegar à empresa numa metrópole, eu demoro 45 passos”, afirma.

Balneário Camboriú oferece uma ampla opção de varejo, reforçada com a recente inauguração de mais um shopping center. “A cidade tem de tudo, mas ainda há espaço para novos negócios nos setores de comércio e serviços”, afirma Álvaro Zambom dos Santos, presidente da Associação Empresarial de Balneário Camboriú. Ele explica, no entanto, que é preciso encontrar um diferencial para montar uma empresa na cidade. “Abrir alguma coisa para ser apenas mais um não dá certo aqui.” Santos lembra o exemplo de um restaurante mexicano que se instalou na cidade há dois anos e vive com fila na porta. Isso porque, para se diferenciar do outro mexicano localizado na região, o empresário colocou apresentações musicais típicas no jantar. Não há fórmula mágica. A receita para se dar bem é visitar a cidade na baixa temporada, conhecer os hábitos dos moradores e identificar possíveis oportunidades de negócio.

Qualquer empreendimento a ser aberto em Balneário Camboriú deve visar o morador local e o turista de fim de semana, que vem de cidades próximas, e não apenas o movimento da alta temporada. Um erro comum de quem monta negócio na cidade é contar com o faturamento dos meses de verão o ano todo. “É preciso ter uma receita suficiente para se manter na baixa temporada. A alta deve ser apenas um adicional”, afirma Santos. Apesar de o turismo ainda ser um setor muito forte, junto com a construção civil, há vida própria para sustentar a economia local. Segundo Cláudia Siebert, especialista em planejamento urbano e regional e professora da Universidade Regional de Blumenau, a dependência de Balneário Camboriú em relação ao turismo diminuiu basicamente por três fatores: a chegada dos argentinos, que saíram de seu país na época da crise e escolheram a cidade para viver; os aposentados de alta renda, que cada vez mais compram imóveis na cidade, e o desenvolvimento da infra-estrutura da região, que atraiu novos moradores para o município e seu entorno.


A estrada duplicada entre São Paulo e Florianópolis, a internacionalização do aeroporto de Navegantes, distante 16 km, bem como a ampliação dos portos de Navegantes e Itajaí facilitaram o acesso e ajudaram a impulsionar a economia local. Também colaboram para manter a cidade cheia os universitários. “Os donos de imóveis alugam seus apartamentos para veranistas na alta temporada e no restante do ano fazem um preço melhor para os estudantes”, diz Cláudia. “As datas procuradas por turistas e universitários são distintas; assim, o apartamento fica ocupado o ano todo e os inquilinos gastam na cidade.”

Manter o imóvel alugado o ano todo numa cidade turística é o sonho de qualquer proprietário, mas não está mais tão fácil comprar um apartamento em Balneário Camboriú. Hoje, o metro quadrado na avenida beira-mar custa entre R$ 7.000 e R$ 8.000, o mesmo valor de bairros nobres de São Paulo.

_________________
Estou a disposição

Att
Eduardo Schmitt
Administrador - Mundo da Gastronomia


Email:eduardoj@terra.com.br


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